Espaço para comentar notícias, falar sobre o cotidiano, política, comunicação, e a cultura que nos leva a ser quem somos. Ou será o contrário?
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
sábado, 20 de agosto de 2011
Protesto censurado
Esse filme foi censurado pelo YouTube por conter um simples beijo. Mesmo havendo cenas mais ousadas e inclusive de violência na rede, este foi considerado impróprio para menores de 18 anos. E heterossexuais podem se beijar de qualquer forma que as crianças podem ver? Hipocrisia e homofobia...
Assista também a resposta do diretor e ator do vídeo, Rafael Puetter:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=EDytO4kF61o
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Gangue da Matriz
(gan.gue)
sf.
1 Grupo organizado de bandidos, de malfeitores; BANDO; MALTA; CORJA: uma gangue de assaltantes de banco.
2 Fig. Pop. Grupo de pessoas que andam juntas, ger. jovens e, às vezes, com intuitos agressivos.
3 Fig. Pop. Patota, turma: Saiu com a gangue dela para ir ao cinema.
[F.: Do ing. gang.]
É, deputado, é isso mesmo... ou será que aumento para si mesmo em detrimento da população que não tem reajustes dessa proporção e não tem gerência sobre isso. Sem falar no fato de que esses recursos saem todos do mesmo lugar e não chegam a uma série de serviços necessários. Além disso foi ação combinada em grupo. Se isso não se assemelha a uma gangue...
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
Porque a arte, o clássico e o mundano andam sempre juntos (ou porque gostar de futebol)
'A arte existe porque a vida não basta' (Ferreira Gullar)
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
Consumo, normas e tratamento ao consumidor
Você já sentiu sentimentos pouco delicados por pessoas que falam, escrevem, acendem luzes, se mexem, fazem barulho, tudo isso no cinema? O que acharia de ir a um cinema onde a proibição de uso do celular é tão levado à sério que o consumidor pode ser expulso? Foi o que aconteceu em uma rede de cinemas americana em Austin. Mas a história não fica por aí: uma pessoa expulsa resolveu ligar para a empresa reclamando e teve sua ligação utilizada como propaganda. Até onde vai o direito da empresa em liberar essa ligação? E a pessoa expulsa, tinha razão se teoricamente conhecia as regras? Ela diz que não sabia da proibição quanto a SMS (mas alega que queria era acender a luz).
Bem, aqui aconteceu um caso contrário ao que temos observado nas redes sociais. o consumidor sendo ouvido e tendo retorno polido e rápido. Retorno, senão antes, a consumidora teve agora. Polidez e rapidez, já não sei. Mas quem sabe se uma promessa tão certa de ser levada a cabo não contribui mesmo para que aqueles que querem a garantia do silêncio virem fãs? Particularmente, eu gostaria de ir a um cinema que não é bagunçado. E ao conhecer as regras, as aceitaria. Mas e se assim como essa empresa todas começassem a fazer o mesmo, usar as ligações gravadas como propaganda? E a moça, será que vai entrar com pedido de indenização? Se sim, pode ganhar.
Veja aqui o vídeo, que foi originalmente postado em Conexão ZH (com nota no jornal impresso):
Para muitas pessoas, parece impossível passar o tempo de duração de um filme sem usar o celular. A maioria das salas recomenda que a plateia desligue os aparelhos, mas poucas levam a regra tão a sério como uma rede americana que promete expulsar os clientes que insistirem. Quando uma moça resolveu ligar para reclamar que havia sido mandada embora após enviar uma mensagem de SMS, a empresa decidiu transformar a gravação desaforada em propaganda.
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
Ativismo 3.0
Criativo, é. SAC nas redes sociais costuma funcionar. Mas protestos virtuais são válidos até que ponto? Até o ponto que funcionam, mas vão funcionar até quando?
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quarta-feira, 8 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
A banda mais bairrista da cidade
Gaúcho é bairrista, mesmo. Mas dá pra se divertir com o fato. Após o fenômeno da Banda Mais Bonita da Cidade, veio "troco" gaudério. Autoexplicativo... com destaque para o "momento GRE-NAL".
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sábado, 4 de junho de 2011
Ainda os mamilos
Está pegando fogo o debate sobre o mamaço, amamentação e exibição dos mamilos. Não gosto de ficar dando publicidade extra para as pessoas mas é o que está sendo feito, de parte a parte, com os envolvidos no caso. Começou com o vídeo do CQC, depois o blog "Escreva, Lola, Escreva", passou para blogs sobre a criação dos filhos como o "Mulher e Mãe" e se espalha pela rede. Concordo com os posts da minha colega de trabalho Sherol no seu blog "Achologias" e também gostei muito do da blogueira Kira. Mas se tem gente que quer se revoltar, qual é o problema? Que bom que ainda há algo que mexa com as pessoas.
Resumindo: a liberdade de expressão existe, é para todos, e que bom que temos canais para nos manifestarmos, é importante ter alguma opinião. Além disso, a palhaçada serviu para dar visibilidade a algo que não tinha nem ido ao ar em rede nacional, mas apenas na web, após o programa, o que significa que o programa de certa forma fez um favor com seus comentários (ridículos, mas a que tem direito) por tirar o povo da predominante inércia e trazer a discussão para um público bem mais amplo. Falar mal dos caras é que não lhes tira o sono, é exatamente o que dá mídia. Saldo, mesmo assim, positivo, pelo debate. Sigo defendendo a tese de que "posso não concordar com uma palavra do que dizes, mas vou morrer pelo direito de você dizê-a".
Obs: o título é "Ainda" em referência ao post anterior que traz o vídeo, inclusive. E amanhã às 11h está programado um mamaço no Parcão, em Porto Alegre. Não que eu me enquadre, mas fica a dica.
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
Será que agora vai?
O vídeo é entitulado "O Brasil na visão dos americanos", mas não é bem assim. A maioria deles ainda não nos vê como mostra o vídeo. Mas já é um grande progresso. As entrevistas com Eike Batista e Peninha e ainda o ex-presidente Lula, feitas pelo programa 60 minutos - que na verdade dedicou 13 ao Brasil, simbólico? - são bastante fiéis à situação geral, às sensações, esperanças e dúvidas que pairam sobre o nosso futuro, que como o apresentador lembra no início, parece finalmente ter chegado. É triste constatar alguns hábitos não abandonados, e preocupante, inclusive. Mas outros trechos fazem pensar sobre o quanto já mudamos e renovam a fé. Só não se sabe, como dizem os Paralamas, "fé em quê".
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Até onde vai a liberdade de opinião
A mais recente polêmica midiática é a do mamaço, exibida no programa CQC 3.0, que vai "ao ar" na web após o da tv. Na última segunda-feira dois dos integrantes, "Rafinha"e Marco Luque, criticaram a "exibição dos mamilos" na amamentação, pregando que a mulher "pelo menos tape com um paninho" o seio. E encerraram falando de gravações de partos e exibição da genitália. Enquanto isso Marcelo Tas tentava contemporizar. Depois disso, choveram manifestações na web, inclusive mais mamaços (para os não iniciados, ato de dar de mamar coletivamente como forma de protesto). Bem, pessoalmente acho que o seio é para amamentar e se ele ganhou conotação sexual como o tempo deveria ser problema de quem vê seios assim. Tem gente que tem fetiche por pés e não vi ninguém sendo obrigado a usar coturnos. Daqui a pouco estaremos como os talibãs, obrigados a usar burcas, barbas, turbantes.
Entre proibir e manifestar que se sente incomodado, tem uma grande diferença, e proibir essa manifestação retorna ao problema inicial: qual opinião é a (mais) "certa"? Quem tem ou não direito de expressá-la? Francamente acredito que é melhor ter opiniões divergentes às claras do que fazer crescer monstros silenciosos. Melhor debater que sufocar assuntos.
Hoje, em Zero Hora (página 2), o colunista David Coimbra fez um lúcido embora como sempre um pouco exagerado texto sobre a vitimização e a intolerância à tolerância vigentes. É preciso lembrar que tanto ele quanto os humoristas acima citados costumam encarnar um certo personagem em seus programas. Mas as pessoas parecem ter dificuldade em fazer essa fina distinção, logo, pior fica quando encontram quem está falando definitivamente sério. A refletir:
03 de junho de 2011 | N° 16719
DAVID COIMBRA
* As vítimas do Brasil
OBrasil atingiu um nível de tolerância intolerável. Estamos sob a tirania dos mais fracos. Basta o sujeito ser de uma suposta minoria para oprimir a suposta maioria. Exemplo da hora: os ciclistas de Porto Alegre. São os oprimidos opressores do momento. Um psicopata engatou uma terceira e tocou o carro por cima de uma vintena deles, semanas atrás. Um crime, um absurdo e tudo mais. Mas por que os ciclistas estavam ocupando TODA a via PÚBLICA na hora do atropelamento? Por que os ciclistas de Porto Alegre, quando pedalam em grupo, continuam ocupando TODA a via pública?
Outro dia alguém se queixou por ter ficado 15 minutos preso atrás de um pelotão de ciclistas, numa sexta à noite. Disse assim, o queixoso:
– E se eu estivesse indo para o hospital? E se fosse uma emergência?
Ora, não é preciso haver uma emergência para censurar quem bloqueia a via pública sem permissão. Posso estar indo ao cinema, ou para a minha casa, ou posso estar simplesmente rodando à toa, não interessa, eles NÃO TÊM DIREITO de obstruir a rua. Só que o caso do atropelador psicopata lhes conferiu uma arrogância desafiadora. Já vi ciclista xingando motoristas, ameaçando chutar a lataria do carro. Eles agora são inimigos do motor à explosão, defensores intransigentes da tração animal. E ninguém pode dizer que prefere andar de carro. Por quê? Porque se transformaram em vítimas. A vítima pode tudo, no Brasil.
O cara fala nóis fumo, nóis vortemo, nóis pega os livro, mas num sabe lê? Não ouse corrigi-lo. Se o fizer, você revelará todo o seu preconceito linguístico, você será da classe dominante que oprime a classe dominada com a gramática. Pobre classe dominada, sufocada por mesóclises e concordâncias perfeitas. Há que se tolerar quem não fala a “norma culta”. Se o professor disser que quem fala nóis pega us livro está “falando errado”, o aluno vai se traumatizar, vai “se sentir entre dois mundos”. Mais uma vítima nesse país de vítimas.
As verdadeiras vítimas do Brasil são os poderosos. Ou os supostamente poderosos: os parlamentares. Você quer posar de revolucionário, de defensor dos mais fracos, de corajoso? Enxovalhe o parlamento. Fale que é tudo culpa dos políticos, inclusive daquela taipa que você elegeu. É sempre saudável desancar um político. Faz bem para a pressão, alivia o estresse, todo mundo concorda com você e você se sente... uma vítima. Todos somos vítimas dos políticos.
Agora mesmo, em meio à polêmica Bolsonaro-homofobia, ouvi gente boa defendendo publicamente o fim da imunidade parlamentar. Seria o mesmo que acabar com o Legislativo. Porque o deputado pode até ser uma besta, mas ele tem direito de dizer besteira. Ele é um parlamentar; o parlamentar parla. Bolsonaro está defendendo ideias retrógradas e tacanhas porque representa um eleitorado retrógrado e tacanho. Que tem direito à representação. Bolsonaro diz que não aceitaria que o filho dele fosse homossexual. O eleitorado dele também não aceitaria. Eu mesmo, eu aceitaria sem problemas que meu filho fosse homossexual, desde que não fosse corrupto ou vegetariano.
Pronto. Acabei de transformar os vegetarianos em vítimas.
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A "gente diferenciada" da cobertura
A Sala PF Gastal da Usina do Gasômetro está exibindo diariamente às 19h o documentário "Um Lugar ao Sol" sobre a vida de pessoas muito ricas, da alta sociedade, que vivem em coberturas e têm, digamos, um olhar diferente sobre muitas coisas. Destaque para as diversas possibilidades de uso do termo "diferenciada" e para os "fogos" vistos dos morros cariocas.
Um Lugar ao Sol, de Gabriel Mascaro (trailer) from gabrielmascaro on Vimeo.
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Geração Y G We
Acontece até amanhã no Teatro do Bourbon Contry o Fórum Banrisul de TI. Não foi possível ainda ir pessoalmente mas tenho acompanhado pelo Twitter @forumtibanrisul. Segue um dos vídeos divulgados nas dicussões sobre redes sociais.
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Animação e Molina Campos
Foi com grata surpresa que encontrei por acaso na web uma animação inspirada no trabalho do artista argentino Florencio Molina Campos (1891-1959), que retratou a vida do gaucho em inúmeras imagens. Abaixo o vídeo e os links para o original.
Wikipedia: http://es.wikipedia.org/wiki/Florencio_Molina_Campos
Sitio oficial: http://www.molinacampos.net
Fundacion Florencio Molina Campos: http://www.molinacampos.org
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Três museus de Porto Alegre em dois minutos
Como semana passada foi a 9ª Semana Nacional de Museus o pessoal da ZeroHora.Com resolveu fazer um vídeo com três museus próximos: Museu da UFRGS, Museu de História da Medicina e Museu da Eletricidade. É claro que ninguém vai levar 2 minutos nem pra ver um só, mas é bom para dar um "gostinho" e despertar a curiosidade, afinal, cada um deles tem muito mais para mostrar.
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Indústria farmacêutica foi tema discutido no primeiro MED&CINE
terça-feira, 29 de março de 2011
Depois de um dia de ignorância, a resposta do humor
Após assistir as barbaridades do infeliz deputado Jair Bolsonaro - que até acredito ter entendido errado a pergunta, mas a correção da resposta foi ainda pior, e que duvido que apenas seja contra a "apologia" a qualquer coisa - vamos a (mais) uma bem humorada versão do Guri de Uruguaiana para o bem gaudério e macho Canto Alegretense.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Porque ainda precisamos de um Dia Internacional da Mulher
Ontem quando recebi de algumas amigas mensagens sobre o Dia Internacional da Mulher fiquei, como todos os anos, pensando a respeito da data e do porque de ser preciso marcá-la. Pensei várias vezes em fazer um post na época em que os vídeos deste caso da escrivã foram divulgados. Fui achando mais e mais coisas a respeito até ver que não só há vídeos diversos em que mostram quase tudo e entrevistas em que é plenamente possível identificar a vítima - porque ela é vítima, mesmo que culpada de outro delito - e finalmente vi que é possível ter todas as informações possíveis dessa mulher: nome completo, documentos, etc. Quem foi inserindo em seus blogs trechos de processos e e-mails foi deixando partes em que é possível ver as informações de início codificadas. Ou seja: a invasão foi muito pior agora. A única coisa positiva é que se não fosse tudo isso os delegados e a corregedora estariam ainda numa boa. Para o que fizeram - ou no caso da corregedora, não fizeram - nada é suficiente. Mas é um começo. Não há o que comentar além de que não é possível que esses homens sigam na Polícia - assim, com "P" maiúsculo. É preciso que o delegado que "conduziu" esse show de horrores seja exonerado e impedido de atuar em qualquer cargo do gênero para sempre e ainda seja obrigado a fazer um tratamento psiquiátrico, seguido de horas de serviço de interesse público. Que o processo paralelo contra a escrivã siga. Uma coisa nada tem a ver com a outra. Que retrocesso. Até em Luanda o caso foi parar. Enfim... "Feliz" Dia da Mulher.
Em tempo: uma boa iniciativa da presidente Dilma é a exposição que aborda a trajetória feminina na arte brasileira. Esperamos que possa circular pelo país em algum momento. A propósito: Centro Cultural Caixa em Porto Alegre segue prometido para 2012? Quem trabalha nesses centros é concursado ou contratado de outra forma - qual? Se alguém souber informar, por favor, e-mails!
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Programa Comédia MTV conta História do Brasil e de nossos presidentes em hip hop
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