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Mas as surpresas não param por aí. Procurando um lugar agradável para encerrar a visita à noite? Então procure pelo Bistrô da Iarinha... À primeira vista, o lugar parece um antiquário, com todas aquelas peças que víamos nas casas de nossas mães e avós, ou em feiras e casas de antigüidades.
Tudo sem ferrugem, sem nada trincado ou rasgado, e, PASMEM: dá para sentar ali e USAR aquelas taças, talhares, porcelanas, toalhas, mesas, lindos... O clima ainda é completado com música e, quem quiser - e souber - ainda pode tocar o piano da sala. Dá até um pouco de dó usar aquelas relíquias. Mas o lugar é super simpático, nada de se sentir deslocado.
Um corredor ainda mais (é possível?) bonitinho - mas mais moderno - leva à cozinha e a um pátio florido que na Primavera e no Verão devem ficar uma loucura... Uma curiosidade: a quem visita, dona Iarinha conta orgulhosa que a veia artística é de família. "Sou é mãe daquela moça que canta 'Porto Alegre é demais!' e irmã do Luiz Coronel", diz, com um sorriso. É, pelo jeito, é de sangue, mesmo.
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